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Como prevenir acidentes com cães
Com a crescente onda de violência que assola nosso país, muitas pessoas compram cães para se protegerem.
Mas fique aqui bem esclarecido "o manuseio errado destes animais" pode torná-los perigosos.
A Mídia marrom noticia freqüentemente casos de acidentes envolvendo cães que atacam e ferem pessoas gravemente, às vezes com conseqüências graves.
Muitas vezes estes ataques acontecem dentro da própria casa e são vítimas as pessoas que moram com o animal, mas não tem controle algum sob os mesmos que foram maltratados e subestimados.

Causas.
Estes acidentes estão geralmente relacionados ao péssimo manuseio do animal pelo proprietário e/ou adestrador e em alguns casos, à imprudência da vítima.
Cabe ao proprietário ter a posse responsável do cão, socializando-o e adestrando-o de forma correta e responsável, procurando sempre pessoas idôneas e de boa capacidade técnica para tal.(verifique sempre se a pessoa tem formação profissional, peça para ver os certificados, se tem a quanto tempo fez cursos de reciclagem, peça referencias, peça para ver um cão adestrado)
A escolha do filhote também é muito importante. Deve-se sempre solicitar a orientação de uma pessoa com experiência e conhecimento suficiente para fazer a seleção.
Qual raça comprar?
Deve-se primeiramente definir antes de tudo, qual raça é a mais ideal para a função que se deseja.
Devemos nos basear principalmente nos instintos de cada raça, ou seja, qual sua função de origem e principalmente qual a índole dos cães que geraram o seu filhote.
Nós entendemos o engraçadíssimo bulldog francês e o staffordshire bull terrier cães fantásticos para quem tem crianças e idosos em casa, por serem alegres, fortes e tranquilos sem serem apáticos ou delicados como outras raças toydogs.
Quem deseja um cão mais parrudo e com presença marcante existe o american stafforshire terrier, o impressionante overbully, o bull terrier e o grande rhodesian ridgeback, são fortes e intimidam com sua presença.
Outras pessoas somente querem um cão pequeno e carinhoso como o chihuahua ou o pug.
Socialização e adestramento.
Desde filhote o cão deve ter contato, dentro do possível, com outros cães, pessoas, ambiente externo à sua casa, enfim contato com o ambiente humano, de forma que os acontecimentos do cotidiano passem a ser naturais para ele.
Todo o cão comprado para a guarda, seja pessoal ou de território, deve ser adestrado para obediência e, somente quando seu temperamento assim o permitir, ser treinado para fazer serviço de proteção. Ou seja, nem todos indivíduos de uma determinada raça usada como "cães de guarda" servem para este fim.
Hierarquia na família.
Uma vez adquirido o cão que conviverá com a família, deve-se desde o início estabelecer claramente as distinções hierárquicas.
Nunca deixe um filhote, seja ele de que raça for, principalmente se for um belo rottweiller ou um poderoso mastin napolitano ou fila brasileiro, rosnar mostrando os dentes para você ou seus filhos o corrija imediatamente. Supervisione as brincadeiras das crianças com o filhote não permita abusos.Ensine-as a brincar dominando e mostrando que são elas que sempre mandam nas brincadeiras.
Como agir em situações de perigo.
Em muitas situações os acidentes com cães poderiam ser evitados, bastando ter em mente o que fazer.
Alguns conselhos úteis.
Não tome liberdades com cães estranhos, mesmo com o consentimento do condutor.
Ensine as crianças a fazerem o mesmo.
Se um cão estranho e potencialmente perigoso vier cheirar você, fique calmo e não se mova. Ele possivelmente se afastará.
Se um cão vier em sua direção com atitude ameaçadora não fuja, a não ser que tenha certeza que atingirá um lugar seguro antes de ser alcançado pelo cão. Fique calmo e dentro do possível não demonstre medo, não grite e evite diretamente nos olhos do cão. Na maioria das vezes o cão mudará de atitude e irá embora.
Jamais toque um cão que não conhece nem deixe que as crianças lhe toquem sem perguntar ao dono se pode fazer festas. Mesmo animais mansos podem estranhar uma aproximação
Nunca chegue por trás. O contato visual, quase sempre é um desafio ao animal.
Não se aproxime de animais que veja soltos na rua.
As razões compreensíveis para a agressão resumem-se a:
Sofrimento físico infligido ao cão;
Invasão do território sob sua proteção;
Ameaça à vida de sua família humana;
Ameaça à própria vida do cão;
Ameaça à ninhada
Algumas medidas que devem ser tomadas quando você é mordido por um cão.
Lave o local da mordida com sabão. Não esfregue com esponja ou qualquer outro instrumento. Somente com as mãos e de forma suave. Isto irá diminuir, ou evitar, a penetração de microorganismos (vírus, bactérias, etc);
Procure imediatamente um posto de saúde da Prefeitura, que deverá orientar sobre os curativos, observação etc.
Se o cachorro que atacou for de rua (não tem um “responsável”), o ideal é alguém tentar capturá-lo e levá-lo para o canil da prefeitura, onde ficará em observação. Caso não seja possível, avise o centro de controle de zoonoses.
Se o cachorro que atacou tiver um “responsável”, este terá a obrigação de mostrar a carteira de vacinação, contendo assinatura e carimbo do médico veterinário (que fez a vacina) e a etiqueta de vacina de alta qualidade .
SAIBA MAIS:
BULDOGUE FRANCÊS
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RHODESIAN RIDGEBACK
BULDOGUE INGLÊS
STAFFORDSHIRE BULL TERRIER
BULL TERRIER
AMERICAN STAFFORDSHIRE TERRIER
CHIHUAHUA
OVERBULLY(SUPER BULLY)
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Sobre cães, raças e preconceito
Setembro 25, 2009 por Gerardo Furtado
Um colega meu, que asseguro ser uma das mais promissoras mentes que conheço, me fez recentemente uma pergunta particularmente desconcertante quando se trata do conceito de espécie, e em particular ao uso do que chamamos de Conceito Biológico de Espécie (CBE), de Ernst Mayr: constituem as diferentes raças de cães uma só espécie, ou devemos considerá-las como espécies distintas?
Como todo biólogo que se preze sabe, esse é apenas um dos problemas que o CBE enfrenta. Coincidentemente, eu havia lido, na mesma semana, um artigo de Steve Mirsky na Scientific American, intitulado “Are dog breeds actually different species?”. Para quem não conhece, Mirsky é um comediante, e escrevia a extinta coluna “antigravity”; porém, apesar das galhofas, ele levanta questionamentos sérios. Nesse artigo em particular ele finda defendendo a opinião de que as diferentes raças deveriam, sim, ser consideradas espécies distintas, e mais uma vez baseando-se no critério da falta de cruzamentos entre determinadas raças.
Minha opinião é oposta: não se pode dizer que as diferentes raças de cães constituam espécies distintas com base nos cruzamentos. Como todos sabem, inseminações podem ser feitas, promovendo a mixagem de qualquer raça com qualquer outra raça. Além disso, quando se fala que o chiuaua não cruza com o mastiff, esquece-se que estamos aqui lidando com exemplos extremos: o chiuaua pode cruzar com o poodle, o poodle pode cruzar com o labrador, e o labrador pode cruzar com o mastiff. Em outras palavras, há (ou pode haver) fluxo gênico entre o chiuaua e o mastiff.
Atualmente, há uma tendência entre os biólogos evolucionistas, baseados em dados genéticos e em outras informações da biologia molecular, de considerar não apenas todas as raças de cães como uma só espécie, mas todos esses cães domésticos como variedades de Canis lupus, eliminando-se assim o status de espécie do Canis familiaris. Independentemente da posição preferida, e esse é um debate interessante para se discutir certos conceitos elementares da biologia evolutiva, o que me interessa neste pequeno ensaio é outro aspecto da questão “raças ou espécies”, geralmente relegada ao segundo plano: qual o significado biológico do termo raça? O que é uma raça, se é que existe tal entidade biológica?
Um chiuaua corajoso faz uma proposta a uma mastif... (da Scientific American de junho)
Um chiuaua corajoso e nada modesto faz sua proposta amorosa a uma mastiff... (fonte: Scientific American de junho)
Há um texto muito bom de Stephen Gould, bem didático e conciso, intitulado “Why We Should Not Name Human Races – A Biological View” (do livro ever since Darwin), em que ele argumenta que não há sentido biológico em atribuirmos valor taxonômico para raças ou para subespécies. Muitos argumentam que as raças, incluindo-se aí as raças humanas, são evidentes. “o que é evidente”, responde Gould, “são as variações geográficas”. O que temos aqui são histórias evolutivas distintas, levando a certas variações em padrões genéticos. Denominar as raças seria não só contraproducente como também enganador, pois o fluxo genético pode rapidamente misturar, distribuir ou alterar esses padrões genéticos. Devido às suas histórias evolutivas, os ameríndios têm certas características distintas dos africanos, ou dos europeus, dou dos australóides. Certos padrões genéticos distinguem um ameríndio de um africano ou de um europeu, de forma que podemos, com certa precisão, identificar a geografia de origem de um material biológico humano; isso, contudo, não significa dizer que o ameríndio seja uma raça, que o africano seja outra raça, ou que o europeu seja uma terceira. Essas variações no padrão só existem porque esses grupos geográficos ficaram um bom tempo sem fluxo gênico: o que dizer do Brasil, onde esses três grupos geográficos se encontraram? Serão os mestiços uma quarta, quinta ou sexta raça? E os mestiços dos mestiços?
Pode-se pensar no poodle ou no pastor alemão como variedades. Considerá-los como raças, além dos prejuízos já discutidos em se tentar estabelecer na biologia o conceito de raça, nos levaria a crer que cada raça formaria um grupo monofilético, onde o ancestral comum daquelas entidades biológicas é exclusivo. Ora, mas esse é justamente o caso! Qual seria, então, o problema em se pensar nas variedades de cães domésticos como raças?
O problema, e este é o ponto central desta pequena nota, surge quando se considera que os cães de raça, ou seja, o agrupamento de todas as raças, constituem um grupo monofilético. Do outro lado teríamos os cães sem raça, os SRD (sem raça definida). Em primeiro lugar, se raças não existem, nenhum cão teria raça! Isso é particularmente uma ofensa para aqueles que têm cão (“de raça”…) não exatamente por gostar da companhia desta espécie animal, mas sim pela arrogância de ostentar uma etiqueta, uma marca, como um carro ou uma roupa. Em segundo lugar, dizer que tal cão não tem raça nos faz crer que raça é uma característica, um atributo, uma propriedade, de forma que alguns cães a possuem, enquanto outros não.
Os cães SRD são tão diferentes geneticamente entre si quanto os cães de raça. Esse último enunciado com certeza causaria polêmica, principalmente entre os veterinários, e portanto convém que eu me explique mais detalhadamente: tomando uma raça, e.g. border collie, podemos descrever suas características distintivas e supor que, tendo uma origem comum, apresentam grande semelhança genética. O mesmo vale, seguindo o raciocínio, para os schnauzers. Contudo, se compararmos um border collie com um schnauzer, encontraremos bastantes diferenças genéticas. Numa ilha ou numa comunidade isolada, os cães de rua podem formar um grupo genético tão limitado, com endocruzamentos tão freqüentes, que suas diferenças genéticas são tão pequenas como as de uma determinada raça. Ainda seguindo esse raciocínio, as diferenças genéticas entre um border collie e um schnauzer podem ser quantitativamente semelhantes às diferenças entre um border collie e um determinado SRD. E, ainda no mesmo raciocínio, um SRD da Ásia e um SRD do Brasil podem (e certamente serão) apresentar grandes diferenças genéticas.
Ouço muito, na cidade onde moro: “vacinei meus cães de raça, mas o meu cão fulano-de-tal, pé-duro (SRD), não precisa ser vacinado”… Por quê? As pessoas leigas, e até mesmo muitos veterinários, têm a impressão de que cães SRD (que não é um grupo monofilético!) são mais resistentes imunologicamente que cães de raça (novamente: não é um grupo monofilético!). O que ocorre aqui é outra coisa: cães SRD, submetidos à “selva” das ruas, são selecionados por sua capacidade de sobrevivência, diferentemente da seleção, cujos critérios são definidos pelo criador, à qual são submetidos os cães de raça. Poderíamos afirmar, isso sim, que os cães de rua de dada localidade, por terem sido sistematicamente expostos à virose tal ou à helmintose tal, têm mais resistência a essas viroses ou helmintoses que os cães de raça, não porque esses últimos sejam de raça, e sim porque não tiveram tal exposição.
Para quem gosta de cachorro: cão é cão, não importa a variedade! Paremos de olhar as etiquetas… Há comportamentos particulares para dada variedade, isso é bem conhecido, mas há um enorme grupo de comportamentos que todos os cães compartilham. Atualmente convivo com duas cadelas de raça, pois me foram dadas de presente… Mas, tão logo tenha chance, quero adotar um SRD. A maioria dos que já adotaram dizem que é uma experiência da qual eles não se arrependem.
Publicado em Geral | Tagged cães, Conceito de espécie, espécies, Gould, Mayr, Mirsky, raças, Scientific American, SRD
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