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Imunização
Vacinar os gatos é fundamental, mas exige cuidados
Quem ama seus animais de estimação sabe que a vacinação é muito importante para garantir a saúde deles. Mas muita gente desconhece que, nos gatos, uma vacina aplicada de forma errada pode causar sérios problemas. Segundo a veterinária Heloisa Justen, da Gatos & Gatos, o ideal é alternar o lugar onde a injeção é dada.
— Estabelecer um rodízio entre o membro torácico e os membros pélvicos direito e esquerdo evita traumas
causados quando a agulha espeta sempre no mesmo lugar — ensina Heloísa.
O mais grave dos problemas que o gato pode sofrer pelo excesso de injeções no mesmo lugar é o fibrossarcoma, um tipo de tumor. Também é preciso ficar de olho na qualidade da vacina, a fim de evitar uma reação alérgica, e na esterilização do local e da agulha, para não se formar um abscesso.
Outro ponto a ser observado é a quantidade de vacinas a serem dadas anualmente. A veterinária ensina
que, na maioria dos casos, somente a antirrábica e a tríplice felina são necessárias.
— A de leucemia felina, por exemplo, só precisa ser dada em animais expostos a situações de risco, como
acesso direto à rua. Mesmo assim, antes de aplicá-la, deve-se fazer um teste para o vírus. Caso dê positivo, a vacina não é necessária — explica Heloísa.
Quem tem mais de seis gatos em casa deve incluir no rol de imunização a vacina quádrupla, que também protege contra a clamidiose. No caso de bichos recolhidos na rua, é preciso testá-los para leucemia felina e imunodeficiência
Fonte G1
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Rod. Régis Bittencourt, km 334, apenas 40 min. de SP-Juquitiba .
Agende uma agradável visita para adquirir seu filhote e faça belo passeio no santuário ecológico com a Mata Atlântica preservada.
Caezinhos e crianças

Os filhotes de cão sob vários aspectos são como crianças. Precisam o cuidado constante, a supervisão e muita afeição.
Ter ambos, seus miúdos e seu cão, durante a brincadeira e interação, exige a supervisão e a paciência extra.
A chave é ensinar a sua criança como brincar com o filhote e o cãozinho compreender que precisa obedecer a criança da mesma maneira como os membros mais velhos da família.
Use sempre os mesmos comandos: É importante para sua criança usar os mesmos comandos que você.
Fazer assim ensina sua criança usar os comandos com respeito. Ao mesmo tempo, seu filhote entenderá os comandos da criança.
Combinando o treinamento e o playtime ocorre uma ligação mais próxima entre pais, crianças e filhotes.
Deixe-os juntos e rapidamente sua criança começa aprender comandar o filhote de cão.
O caozinho precisa aprender sentar-se e esperar a criança jogar um brinquedo .
A criança pode igualmente treinar o cão como rolar na grama .
Há muitas outras maneiras que você pode incorporar o treinamento e o divertimento entre a criança e filhote de cachorro.
Estão abaixo algumas dicas úteis :
1. Seu cão deve compreender quem é líder.
2.Desanime o jogo agressivo todas as vezes. Não deixe sua criança arrastar, puxar, bater, ou chutar o filhote de cachorro, mesmo pora brincadeira. Seu filhote de cachorro pode reagir ,saltar e morder.
3. Ensine sua criança respeitar o filhote de cachorro . Sua criança deve aprender como tratar corretamente o cão, onde estaremos estimulando positivamente : respeito e a liderança.
4. Estabeleça disciplina. Os filhotes de cachorro aprendem com a repetição.
5. Nenhuma espremedura. Abraçar o filhote de cachorro demasiado forte pode conduzir a estresse no filhotinho.
6. Esteja sempre supervisionando o playtime, principalmente se você tem uma criança nova e/ou um filhote novo.
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Libânia Paes/
Kirk e Spock ajudaram seus donos, Rubens e Libânia, a interpretar seus vários tipos de miados
quem não mia não mama
por Ricardo Bonalume Neto
Não é preciso ler os quadrinhos do gato cor de laranja para perceber que esse animal não é nada sutil quando se trata de pedir comida. Gatos domésticos não costumam arremessar o prato na direção do dono como faz Garfield, mas sabem miar desesperadamente para pedir o almoço.
Este repórter que o diga. Minha gata, Colô, não sabe pedir comida de modo delicado. Uma pesquisadora da Universidade de Sussex, Reino Unido, no entanto, descobriu agora uma nova maneira pela qual os gatos chantageiam seus donos. Karen McComb pesquisa a comunicação entre animais. Em geral, vai atrás dos bem grandões, como elefantes e leões africanos. Ela descobriu um "grito" por comida embutido em um ronronado de gatos domésticos que não soa tão bem quanto deveria.
Karen e mais três colegas publicaram um artigo científico sobre o "ronronado da fome" em uma edição recente da revista científica "Current Biology". "Meu próprio gato inspirou o estudo", disse ela à Revista. Pepo é o único gato da casa, e aparentemente o miado manipulador só acontece quando há apenas um animal pedindo atenção do dono.
"Fiquei interessada nisso porque meu gato me acordava de manhã com ronronados insistentes. Eu ficava imaginando porque soava tão irritante e era tão difícil de ignorar", afirma. Ao falar com outros donos de gato, ela descobriu que alguns deles tinham animais que mostravam um comportamento incrivelmente semelhante.
"Como eu sou uma acadêmica que na verdade trabalha com comunicação vocal e capacidades cognitivas em mamíferos, eu tinha o conhecimento, as ferramentas e os colaboradores para lidar com essa questão", declara Karen.
Apesar de estudar bichos perigosos, como leões na savana africana, ela diz que trabalhar com o animal conhecido desde 1758 pelo nome científico Felis catus foi um dos seus maiores desafios. Gatos não costumam ser muito obedientes. "Um grande problema foi que eles só exibiam esse comportamento na privacidade com seus donos, e tipicamente em horários antissociais", diz Karen. "Também tendem a ficar mudos ou a sair quando estranhos aparecem."
Ela conseguiu gravar ronronados do seu pet, e outra autora do estudo, Anna Taylor, gravou o dela. "Nós escolhemos gatos cujos donos nos disseram que usavam esse comportamento. Havia cinco machos e cinco fêmeas de idades bem variadas", relata. Os donos dos gatos foram ensinados a gravar os miados de seus bichos de estimação em momentos em que pediam comida e em outros em que simplesmente ronronavam pelo prazer de ronronar.
As gravações foram tocadas para várias pessoas. Mesmo quem não tinha gato considerava o "ronronado famélico" mais urgente e menos agradável.
Alta frequência
Ao estudar a estrutura do som, a equipe descobriu um elemento de alta frequência sonora embutido no ronronado, lembrando um grito ou um miado. Ao ressintetizar o som eliminando a alta frequência, os ronronados voltaram a soar agradáveis. "A inclusão deste elemento de alta frequência poderia servir como um meio sutil de exploração, aproveitando uma sensibilidade que humanos e outros mamíferos têm de dar dicas relevantes no contexto de cuidar da prole", afirma Karen.
O ronronado pela manhã é mais aceitável do que um miado escancarado, "que faria o gato ser ejetado para fora do quarto".
Mas quando o gato tem concorrência de outros, ganha comida quem mia mais. Quem tem vários conhece bem o comportamento. "Se pedem comida às vezes? Não, sempre pedem! De manhã, umas 6h30 da matina, é o horário em que eles ficam loucos de fome", diz Ana Carolina Angeli Polete, que, com seu marido, Cesar, se reveza na alimentação dos bichos, ela no turno da manhã. "Eu levanto religiosamente todos os dias para alimentá-los. Caso contrário, não durmo. Se me rebelo e não acordo, eles praticamente zoneiam a casa inteira", diz Carolina.
Uma das gatas, Picorrucha, "tem a capacidade de subir na pia, olhar pra nossa cara e miar brava porque quer comida", conta. A pesquisadora explica: "Existem outras estratégias para pedir comida, incluindo miar. Os gatos vão optar por aquilo que funciona melhor".
Lúcia Helena de Camargo e seu marido, Cezar, convivem com apenas um gato, Pablo. É um bom candidato ao "ronronado da fome". "Ele não mia para pedir comida", diz Lúcia.
A estratégia é outra. "Chego em casa, ele vem na porta, chega perto, se roça um pouco nas minhas pernas, depois deita no chão de barriga para cima, para eu acariciá-la. Fica nessa alguns minutos. Quando está com fome, levanta rapidamente e se encaminha para a praça de alimentação, parando em frente ao prato da ração de que gosta mais." Rubens Baptista Júnior e sua mulher, Libânia, convivem com três gatos. "A convivência com eles me ensinou a interpretar seus diversos tipos de miado. Esse é diferente quando querem comida, carinho -basicamente escovação-, ou quando avistam um bichinho", afirma Rubens.
Ele passou a reconhecer os miados pelo fato de trabalhar em casa; ela, funcionária de uma multinacional, nem tanto. "Enquanto eu passava o dia com os gatos, ela ficava fora o tempo todo. À semelhança da mãe que entende os vários choros do bebê, enquanto o marido não percebe nada, eu fazia o papel da mulher", diz Rubens.
Faz sentido. Segundo os pesquisadores da Universidade de Sussex, o pico de frequência medido no estudo é comparável ao de um bebê humano saudável, entre 300 e 600 Hertz.
fonte uol
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