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Lobo
O lobo-cinzento (Canis lupus) é um canídeo selvagem, não domesticado, que vive em alcatéias, grupos liderados por um macho e uma fêmea adultos. Ele pode atingir 2 metros de comprimento e pesar mais de 60 quilos. As cerca de 15 subespécies habitam florestas ou planícies da Europa, Ásia, Estados Unidos, Canadá e Norte da África, mas, em alguns lugares, como o Japão, estão à beira da extinção por causa da perseguição do homem
Raposa
A raposa-vermelha (Vulpes vulpes) é a mais comum das 16 espécies de raposas. Depois do homem, ela é o mamífero terrestre com maior distribuição no mundo - está presente em 83 países dos cinco continentes. As raposas são animais de pequeno ou médio porte, cuja má fama (se o chamarem de "raposa", não é um elogio) vem dos ataques a animais criados em propriedades rurais. Elas vivem em todo canto, em locais tão diversos como florestas, pântanos, desertos e savanas
Cão
Dos três (cão, lobo e raposa), o cachorro (Canis lupus familiaris) é o único domesticado pelo homem, em um processo que começou há 135 mil anos. Os primeiros cães domésticos exerciam o papel de guarda e caça. As mais de 400 raças de cachorros que existem atualmente resultam da seleção feita pelo homem
Tosse dos canis
Traqueobronquite infecciosa ou "tosse dos canis" é uma doença de cães que ataca o sistema respiratório dos animais produzindo crises de tosse deixando os proprietários com a impressão de que estão com algo trancado na garganta.
O cão pode apresentar sinais clínicos que lembram muito o resfriado humano, com tosse, espirros, febre, falta de apetite e corisa.
A "tosse dos canis" pode aparecer em qualquer época do ano, porém, há uma maior predisposição em baixa temperatura.
A doença pode ser causada por vírus, bactérias ou fungos e é altamente contagiosa entre os cães através do contato direto entre os animais e pode atingir animais de diferentes faixas de idade. Os agentes mais comuns que podem causar a traqueobronquite são:
- vírus: parainfluenza e adenovirus tipo 2 (não transmissíveis ao homem)
- bactérias: Bordetella bronchiseptica (transmissível ao homem, mas na maioria dos casos em pessoas com o sistema imunológico deprimido )
Os animais apresentam os primeiros sintomas entre 3 a 10 dias após a infecção podendo persistir com os sintomas 3 a 4 semanas. As infecções causadas por vírus normalmente são mais brandas e não requerem tratamento específico. Porém, quando mais de um agente está envolvido, principalmente a Bordetella, o quadro se torna mais grave e é necessário tratar o animal para que não se desenvolva uma pneumonia.
Outros fatores como, friagem, odores fortes, poeira, alterações bruscas de temperatura etc também podem predispor os animais a crises de tosse favorecendo a penetração de microorganismos da tosse dos canis.
A irritação das narinas pode facilitar a penetração dos micróbios existentes no chão, na terra e complicar produzindo uma secreção purulenta pelo nariz. Nestes casos se faz necessário a aplicação de antibióticos, principalmente quando estes animais apresentarem falta de apetite, febre, apatia e perda de peso.
Aconselha-se a imunização dos filhotes através do uso de vacinas intranasais a partir de oito semanas de idade com revacinação anual.
Recomenda-se ainda evitar passeios em horários ou dias muito frios. Já estamos na primavera, mas o frio teima em não ir embora. O seu amiguinho também sofre com os dias de temperatura mais baixa. Os mais afetados são os de pelagem curta. Algumas raças, como o Husky Siberiano e o São Bernardo, possuem características que os fazem mais resistentes ao frio (subpêlo e maior camada de gordura sob a pele)
SAIBA MAIS:
BULDOGUE FRANCÊS
PUG
RHODESIAN RIDGEBACK
BULDOGUE INGLÊS
STAFFORDSHIRE BULL TERRIER
BULL TERRIER
AMERICAN STAFFORDSHIRE TERRIER
CHIHUAHUA
OVERBULLY(SUPER BULLY)
EXOTICOS AMICAT´S
MAINE COON AMICAT´S
BENGAL AMICAT´S
RAGDOLL AMICAT´S
PETCLUBE
Amichettibullys & AMICAT´S Bengal Maine Coon Ragdoll Exótico
Villa Amichetti- Paraíso Ecológico- uma forma sustentável de ConViver.
Rod. Régis Bittencourt, km 334, apenas 40 min. de SP-Juquitiba .
Agende uma agradável visita para adquirir seu filhote e faça belo passeio no santuário ecológico com a Mata Atlântica preservada.
Como administrar medicação oral em um gato
por Sheldon Rubin, DVM - traduzido por HowStuffWorks Brasil
Uma parte importante dos cuidados com gatos é saber como tratar o seu gato doente, especialmente a administração de medicação oral. Gatos não gostam de tomar remédios, assim como as crianças. Também é difícil porque os gatos não entendem o que você está fazendo, e por quê você está fazendo aquilo. É importante que um gato receba a medicação de que precisa sem cuspi-la. A seguir alguns métodos para ajudá-lo a administrar medicações orais, líquidas ou em pílulas, a seu gato.
Líquidos
Passo 1: contenha o gato. Coloque sua mão direita sobre o corpo do gato e sob o peito de forma que o peito repouse sobre a palma de sua mão. Levante o gato firmemente contra você de forma que o corpo dele esteja seguro entre seu antebraço e seu corpo.
Passo 2: se houver um assistente disponível, coloque o gato sobre uma mesa ou bancada. Faça com que o assistente coloque as duas mãos cuidadosamente em volta dos ombros do gato, porém firmemente, e empurre o gato contra a mesa de forma que ele não possa usar as patas dianteiras para arranhar.
Passo 3: se o gato estiver de alguma forma agressivo, peça ao assistente que envolva todo o gato, exceto a cabeça, em uma toalha grande.
Passo 4: cuidadosamente mantenha a boca do gato fechada e levante levemente sua cabeça.
Passo 5: usando um conta-gotas plástico ou uma seringa inserida no canto da boca do gato, coloque o líquido para dentro da boca aos poucos, permitindo que cada porção seja engolida antes de dar mais.
Passo 6: cuidadosamente friccione a garganta do gato para estimular a deglutição.
Pílulas
Passo 1: coloque uma das mãos sobre a cabeça do gato de forma que os dedos polegar e indicador fiquem bem atrás dos dentes caninos, com a cabeça do gato repousando sobre a palma de sua mão.
Passo 2: cuidadosamente incline a cabeça do gato para trás de modo que o focinho aponte para cima.
Passo 3: empurre o dedo polegar na direção do indicador; a boca do gato se abrirá.
Passo 4: segure a pílula entre os dedos polegar e indicador da sua outra mão. Use seu dedo médio para empurrar para baixo a mandíbula inferior e mantê-la aberta. Coloque a pílula tão profundamente quanto possível na garganta.
Passo 5: feche a boca do gato rapidamente, e cuidadosamente friccione sua garganta para estimular a deglutição.
Se o gato é difícil de lidar, você precisará de ajuda para imobilizá-lo. Se a pílula for muito grande, lubrifique-a com vaselina ou manteiga
SAIBA MAIS:
BULDOGUE FRANCÊS
PUG
RHODESIAN RIDGEBACK
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AMERICAN STAFFORDSHIRE TERRIER
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MAINE COON AMICAT´S
BENGAL AMICAT´S
RAGDOLL AMICAT´S
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Rod. Régis Bittencourt, km 334, apenas 40 min. de SP-Juquitiba .
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